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Dipirona®

Tratamento alopático

Informações sobre tratamento para: Enxaqueca

Fabricante: Medley Farmacêutica Ltda.

Princípio ativo: Dipirona Monoidratada

Dipirona

Eficácia no tratamento de enxaqueca

De acordo com as pesquisas, as taxas mínimas e máximas de pacientes que apresentaram benefícios após iniciar o tratamento foram:

Redução temporária dos sintomas
Redução temporária dos sintomas
de 33,33%
a 83,87%
Eliminação temporária dos sintomas
Eliminação temporária dos sintomas
de 33,33%
a 33,33%
Redução persistente dos sintomas
Redução persistente dos sintomas
Eliminação persistente dos sintomas
Eliminação persistente dos sintomas
Cura
Cura
Pesquisas sobre eficácia do tratamento: Dipirona
para: Enxaqueca

Eficácia: Eliminação de sintomas – 33,33%

Redução de sintomas – 33,33%

Rigor da pesquisa: 1 2 3 4 5 6 7

Quantidade de participantes: 30

Data: 06/2008

País(es): Brasil

Abouch Valenty Krymchantowski, Henrique Carneiro, Jackeline Barbosa, Carla Jevoux

Clonixinato de lisina versus dipirona (metamizol) para o tratamento agudo de crises graves de enxaqueca: um estudo randomizado, simples-cego.

https://www.scielo.br/j/anp/a/7HXngv9nSFpdC633rCLt5vb/?lang=en
Trinta pacientes (28 mulheres e 2 homens), com idades entre 18 e 48 anos e com enxaqueca, segundo a Sociedade Internacional de Cefaleia (IHS) (2004), foram estudados. Os pacientes foram randomizados em dois grupos ao se apresentarem em um pronto-socorro com uma crise grave de enxaqueca. O estudo foi simples-cego. Todos os pacientes completaram o estudo. Após 30 minutos, 0% do grupo da dipirona e…

Eficácia: Redução de sintomas – 83,87%

Rigor da pesquisa: 1 2 3 4 5 6 7

Quantidade de participantes: 1254

Data: 09/1999

País(es): Brasil

MARCELO EDUARDO BIGAL/ CARLOS ALBERTO BORDINI/ JOSÉ GERALDO SPECIALI

Tratamento da cefaléia em uma unidade de emergência da cidade de Ribeirão Preto.

https://www.scielo.br/j/anp/a/fGb95XNJ7qXPPSsZkS5Nr8N/?lang=pt
Cefaléia é dos sintomas mais comuns na prática clínica. Acarreta considerável impacto econômico e sobrecarrega as unidades de emergência. A maioria destas, em nosso país, não dispõe de triptans. O presente estudo analisa o tratamento instituído na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Em 1996, 1254 pacientes foram atendidos com esta queixa e 64 necessitaram de interna…
Ver eficácia de outros tratamentos para Enxaqueca
Prazo para efeito Prazo para efeito 30 minutos a 60 minutos

Quando usar?

Quando iniciar as crises de enxaqueca.

Quando usar
Grupo Segurança de uso Motivo
Crianças menores de 12 anos NÃO Este medicamento é contraindicado para menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 kg.
Adolescentes 12 a 17 anos SIM Indicação e dosagem devem ser orientadas por um profissional de saúde.
Idosos +65 anos NÃO Deve-se considerar a possibilidade das funções hepática e renal estarem prejudicadas.
Adultos SIM Indicação e dosagem devem ser orientadas por um profissional de saúde.
Lactantes NÃO A amamentação deve ser evitada durante e por até 48 horas após o uso de dipirona monoidratada. A dipirona é eliminada no leite materno.
Gravidez NÃO Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Atendimento exclusivo com nossos tutores para tirar suas dúvidas sobre tratamentos de saúde

Contraindicado para

Insuficiência Hepática

Insuficiência Hepática

Ocorre quando o fígado deixa de funcionar por causa de danos nas suas células

Insuficiência Renal

Insuficiência Renal

Condição em que os rins perdem a capacidade de funcionar adequadamente

Porfiria Hepática Aguda Intermitente

Porfiria Hepática Aguda Intermitente

Doença genética que causa crises agudas de dor abdominal, problemas neurológicos e psiquiátricos

Hipersensibilidade a Dipirona

Hipersensibilidade a Dipirona

Hipersensibilidade (Alergia) a Dipirona Monoidratada ou a qualquer um dos excipientes

Deficiência da enzima (G6PD)

Deficiência da enzima (G6PD)

Deficiência grave de uma enzima chamada glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD)

Porfiria

Porfiria

Grupo raro de distúrbios metabólicos, causados pela deficiência de enzimas na produção do heme, levando ao acúmulo de substâncias tóxicas (porfirinas)

Broncoespasmo

Broncoespasmo

Contração involuntária e súbita dos músculos brônquicos, estreitando as vias aéreas e dificultando a passagem de ar

Alterações na função da medula óssea

Alterações na função da medula óssea

Alterações na função da medula óssea envolvem disfunções na produção de células sanguíneas

Alerta:
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Reações Adversas

Diminuição da pressão arterial

1,00% a 10,00% MUITO COMUM

Diminuição da pressão arterial

Quando a força do sangue contra as artérias é muito baixa

Urticária

0,10% a 1,00% COMUM

Urticária

Condição cutânea caracterizada por lesões avermelhadas e levemente inchadas, que coçam bastante

Agranulocitose

0,10% a 1,00% INCOMUM

Agranulocitose

Condição em que há uma redução acentuada ou ausência de granulócitos no sangue, que são um tipo de glóbulo branco essencial para a defesa do corpo contra infecções

Febre

0,10% a 1,00% COMUM

Febre

Aumento da temperatura corporal acima do normal

Desconforto da garganta

0,10% a 1,00% COMUM

Desconforto da garganta

Desconforto da garganta

Síndrome de Kounis

0,01% a 0,10% RARA

Síndrome de Kounis

Emergência médica caracterizada pelo aparecimento simultâneo de uma síndrome coronária aguda (SCA) e uma reação alérgica ou de hipersensibilidade

Choque Anafilático

0,01% a 0,10% INCOMUM

Choque Anafilático

Reação alérgica grave, potencialmente fatal, que pode levar à morte se não for tratada imediatamente

Anafilaxia

0,01% a 0,10% INCOMUM

Anafilaxia

Reações alérgicas graves : Coceira intensa, vermelhidão, placas vermelhas (urticária) e inchaço nos lábios, língua ou olhos. Falta de ar, chiado no peito, tosse ou sensação de garganta fechando.

Broncoespasmo

0,01% a 0,10% INCOMUM

Broncoespasmo

Contração dos músculos lisos que envolvem os brônquios, levando a um estreitamento das vias aéreas e dificuldade respiratória

Angioedema

0,01% a 0,10% INCOMUM

Angioedema

Inchaço profundo, causado pelo acúmulo de líquidos devido ao aumento da permeabilidade vascular

Arritmia Cardíaca

0,01% a 0,10% INCOMUM

Arritmia Cardíaca

Alteração no ritmo normal do coração, podendo ser um ritmo muito rápido, muito lento ou irregular

Síndrome de Stevens-Johnson

0,01% a 0,10% RARA

Síndrome de Stevens-Johnson

Reação cutânea rara e grave, caracterizada por febre, dores, erupção cutânea dolorosa, bolhas e descamação da pele e mucosas

Síndrome de Lyell

0,01% a 0,10% RARA

Síndrome de Lyell

Doença rara e grave da pele e mucosas, geralmente desencadeada por medicamentos

Insuficiência Renal

0,01% a 0,10% INCOMUM

Insuficiência Renal

Condição em que os rins não conseguem desempenhar as suas funções básicas

Oliguria

0,01% a 0,10% INCOMUM

Oliguria

Quadro caracterizado pela redução na produção de urina

Nefrite Intersticial Aguda

0,01% a 0,10% INCOMUM

Nefrite Intersticial Aguda

Inflamação que afeta os túbulos renais e os tecidos que os rodeiam

Anemia Aplástica

0,01% a 0,01% RARA

Anemia Aplástica

Condição em que a medula óssea não produz células sanguíneas suficientes

Pancitopenia

0,01% a 0,01% RARA

Pancitopenia

Redução de todas as três linhagens de células sanguíneas (glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas)

Hematúria

0,01% a 0,01% RARA

Hematúria

Presença de células sanguíneas (hemácias) na urina

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Comentários dos usuários:

Usuário Anônimo

O médico recomendou tomar Dipirona a cada uma hora, antes mesmo da crise começar. Eu segui essa orientação, mas foi um grande erro. Depois descobri, pesquisando, que o uso frequente da Dipirona pode causar efeito rebote, aumentando ainda mais as dores de cabeça. Acabei tendo mais crises tomando Dipirona do que outros analgésicos.

Publicado em 10/11/2025 10:59
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